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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Mãe to no Jovem Nerd!!!


Ahá! o Podcast que eu participo está no MELHOR PODCAST do mundo em 2008...




e já que eles fizeram um jabá basico nosso, vamos fazer um deles também né, afinal uma mão lava a outra e o Santoja empresta o cabo pro Hd-semi-portátil do JN.

Nerdcast 146 - Profissão: Aviador

sexta-feira, 30/janeiro/2009

Lambda lambda lambda! Hoje Alottoni, Vince Glotto, Comandante Júnior e Azaghâl, o anão apertam os cintos para embarcar em um papo sobre a profissão de AVIADOR.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

                "Need for Speed" é uma franquia que já tem 14 anos e pode ser considerada uma série clássica. Desde 1997, (segue a lista dos que eu possuo: NEED FOR SPEED - CLASSICO, NEED FOR SPEED II, NEED FOR SPEED 3 - HOT PURSUIT, NEED FOR SPEED 5 - PORSCHE 2000, NEED FOR SPEED UNDERGROUD, NEED FOR SPEED UNDERGROUN 2, NEED FOR SPEED MOST WANTED, NEED FOR SPEED CARBON, NEED FOR SPEED PRO STREET e por último e tratado com mais detalhes neste post o NEED FOR SPEED UNDERCOVER), o título recebe pelo menos uma edição por ano. Em sua história, a série viveu altos e baixos, e o mais recente destaque da franquia foi "Most Wanted", de 2005. Mas, de lá para cá, "Need for Speed" foi descendo a ladeira, na mesma velocidade dos possantes carros que costumam aparecer em seus games, e parece ter atingido um dos pontos mais críticos com "Undercover".

                A mais recente edição de "Need for Speed" retoma o esquema de ter uma cidade aberta para exploração, algo que foi deixado de lado em "ProStreet", de 2007. Mas, com o aparecimento de games como "Test Drive Unlimited", "Midnight Club: Los Angeles" e "Burnout Paradise" (este, da própria Electronic Arts), o mapa expansivo de "Undercover" foi colocado em xeque: enquanto os concorrentes obtiveram sucesso fazendo com que a exploração de uma grande área urbana seja prazerosa, dirigir por Tri-City é como andar por uma cidade fantasma. 

 

Conheça seus adversários 

 

Felizmente, o jogador não precisa ficar circulando até encontrar um evento para participar: basta pressionar um botão que o game leva o jogador até à corrida mais próxima. Mas as provas e missões nem sempre acontecem no mesmo mapa do modo de exploração. Em muitas corridas, muitos acessos são fechados, formando circuitos ou pistas lineares. Enfim, é mais uma demonstração da inutilidade do mapa aberto do game, pois mesmo os eventos que acontecem numa pista aberta requerem uma nada breve tela de "loading" para preparar o cenário.

Como o título sugere, o protagonista é um agente infiltrado, que tenta desbaratar uma gangue motorizada que participa de corridas ilegais e se envolve com tráfico de drogas. O enredo está mais para pretexto para o jogador sair rasgando nas ruas e detonando outros policiais. Também é uma oportunidade para mostrar atrizes esbeltas, como Maggie Q ("Duro de Matar 4.0"), a "need for speed girl" da vez, tudo num clima de filme B. 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNfCz_Yl_uNZgY2G27fYJQ7jjF2Av-3X_Wl__PaGA9bvcXJdJNGsNwfYugNl6p9dhF24_mlNqPTkpifE7SoIQqXqzwRkuo9Azmy9FBuf6DXsW3SLcoDJjM02YZblLUoGqcSQhZnGKKCFGJ/s320/mapa.jpg

O “mapa mundi” do jogo é tão grande que tive q fazer uma montagem de 4 imagens

Polícia e bandido 

 

O jogo tem seus momentos. Existem pistas engenhosas que trazem várias rotas alternativas, algumas bem escondidas. Entre as missões, se destacam aquelas em que é preciso ficar à frente de um concorrente e enfrentando tráfego, e as cuja exigência é escapar da polícia. Como em "Burnout", dirigir perigosamente traz "prestígio" ao protagonista, que o faz se aproximar cada vez mais de grupos criminosos. Andar na contramão, tirar "fina" de carros e correr sem se acidentar são algumas das ações que rendem pontos. As perseguições policiais, que estão na origem do game, representam algumas das melhores partes do game, principalmente quando o objetivo é causar danos ao patrimônio público. O multiplayer é simples, com desempenho online apenas regular, mas o modo de polícia versus ladrão diverte. 

 

Se você está procurando desafio, fique longe de "Undercover". O game, que não tem seleção de nível de dificuldade, é muito fácil. Geralmente, nas corridas, o jogador vence praticamente de ponta a ponta com uma vantagem incrível, mesmo que esteja a bordo de uma "carroça" e competindo entre os mais possantes Corvettes e Lamborghinis. Somente as missões em que não se dar perda total no carro possui alguma dificuldade, pois, quando não é o jogador que bate, tem um policial fazendo isso por você. Se estiver num aperto, pode-se ativar o speedbreaker, que deixa a ação mais lenta (e ainda mais fácil)

 

Fuja da polícia 

 

O problema mais sério do game é seu desempenho instável. A taxa de quadros, em geral, não é ruim, mas pode cair bastante. No Xbox 360, mesmo nos piores momentos, não chega a influenciar a mecânica de jogo (apesar de incomodar), mas, no PlayStation 3, pode ir ao patamar de quadro a quadro. Também não é incomum, no console da Sony, travar o jogo por instantes quando acontece um acidente. No PC, o problema é menos perceptível, desde que o nível de detalhes do game esteja condizente com a qualidade da placa de vídeo. O jogo também tem erros de programação: em determinado momento, o carro atravessou o chão e foi caindo para o infinito. A alternativa foi recomeçar a corrida. 

 

Visualmente, "Undercover" agrada. Certamente, para os padrões de hoje, os gráficos podem ser considerado simples, mas o design da cidade é bom. Mas faltou dar vida aos ambientes, pois há poucos carros e nenhum pedestre. Com desempenho pífio, há poucos objetos na tela: nas corridas, não há praticamente nenhum tráfego; só em provas como a corrida mano a mano e nas perseguições policiais, aparecem vários veículos nas pistas. A parte sonora tem mais sorte: o ronco dos motores transmite potência e a trilha musical casa bem com o estilo urbano do game. 

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Após varias colisões e continuando a correr é possível ver o motor do possante (literalmente)

 

Danos no seu carro

 

Assim como em Need for Speed Pró Street, seu carro fica danificado caso você não consiga fazer as curvas "limpas" (sem usar um empurrão dos muros ou limitações do caminho, nada que venha a prejudicar o desempenho dele, o que eu acho uma pena já que no Pró Street isso acontece, e no Need for Speed Porsche 2000 também ocorria, sem muitos detalhes é verdade, mas ocorria... 

E o mais incrivel é que seu carro se reconstrói após o termino da corrida, lembrando o filme Christine o carro assassino (classico da sessão da tarde e cinema em casa), em que o carro se reconstruia para agradar seu dono. ;)


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Os danos no carro vão desde perda de retrovisores a capô amassado e portas levemente abertas

Aumente suaS Habilidades

 

Assim como acontece em um jogo de RPG seu personagem no jogo (só não descobri ainda se é vc ou o carro) melhoram com o passar do tempo e das corridas facilitando, ainda mais, as corridas no decorrer do jogo.

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O desempenho do jogado/carro

 

CONSIDERAÇÕES 

 

Embora tenha momentos de diversão, "Need for Speed Undercover" é um dos episódios mais fracos da franquia. Os pontos negativos vão de simples equívocos (como a utilidade da exploração de um mapa aberto) até a instabilidade da taxa de quadros, que deixa o game, em alguns momentos, impraticável. Para quem gosta de corridas, é melhor procurar em outras freguesias - ou na própria Electronic Arts, que é dona do excelente "Burnout Paradise". Se você quer conhecer "Need for Speed", a solução é voltar no tempo e ficar com "Most Wanted" ou com o "Carbom" para quem gosta de correr durante as noites...

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Need for Speed Undercover

em breve um pequeno review do jogo ( deixa eu brincar mais um poko nele) ;)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Novo integrante

Bom pessoas, o negocio é o seguinte como meu tempo anda escaço (até de mais pro meu gosto) eu to convidando um amigo meu pra escrever neste blog q voces ainda tem paciencia de ler...
Portanto tratem o Bruno com a mesma consideração que vocês me tratam... (ou seja quase nenhuma)

Um forte abraço a todos e Bruno abraça q a bucha agora é nossa ;)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Iphone dando uma surra na Motorola

 No mundo dos adoradores de mobiles existe uma raça bastante peculiar que são os adoradores de aparelhos Motorola. Uma das características marcantes desse espécime é a falta de conhecimento em tecnologia e o fato de gostarem de exibir seus aparelhinhos bonitinhos e sem recursos. Hoje eles andam em baixa, mas  até o ano 2000, quem tinha (como eu tive ¬¬) um Motorola StarTAC estava na crista da onda. Eu lembro de um vizinho que andava com o aparelho pendurado no pescoço, como se fosse uma jóia, um colar ou mesmo uma guia protetora. Mais recentemente, tivemos o ultrafino e ultrainútil Motorola V3, cuja a finura era (e ainda é) capaz de provocar orgasmos em seus proprietários.

O fato é que com a popularização dos smartphones essa turma teve que se recolher a sua insignificância, e ter um celular Motobuxa se tornou sinônimo algo tão cotidiano quanto ter uma dor de cabeça.

Mas parece que agora a turma voltou a sorrir. É o que revela o relatório AdMob Mobile Metrics Report, da empresa de publicidade móvel AdMob. Segundo o estudo o Iphone, sim, sempre ele, ultrapassou o Motorola RAZR e assumiu o posto de o celular mais utilizado no mundo para efetuar/receber ligações. O tráfego do iPhone em Países da América Latina e Caribe mais do que dobrou nos últimos 12 meses e gerou mais de 109 milhões de solicitações em outubro deste ano.

A conclusão é simples, os usuários da Motorola, sempre mais preocupados com status que os aparelhos podem gerar, migraram em peso para o Iphone. Na minha teoria, TODO usuário de IPhone é dissidente da seita dos adoradores de Motorola. Quando vejo um usuário de Iphone tudo que eles me mostram é o MultiTouch Screen. É só entrar num bar da Zona Sul que você vai ver em várias mesas sujeitos passando o dedo nas telas de seus aparelhos, exibindo o utilíssimo aplicativo do pianinho, enquanto um amigo noob fica babando do lado, achando tudo o máximo.

Mas o fato é que a imensa maioria dos usuários de Iphone mal utiliza seus recursos. O aparelho tem a duração de uma exibição para os amigos no bar, fora isso só é utilizado para ligar e receber ligações. Exatamente como era com os falecidos motorola.

Não que o Iphone não tenha recursos legais, ele tem sim, mas o fato é que para muitos ele é um celular de brinquedo. Não vemos as pessoas comentando as qualidades dos aplicativos de uso corporativo do Iphone. Não vemos seus usuários falando das vantagens dos aplicativos Office ou mesmo o dicionário do aparelho. Nem falam da forma simples que compartilham a internet do aparelho com seus notebooks, nem dos jogos, nada! Parece que quem tem o Iphone só usa o pianinho, o joguinho da bolinha e a cervejinha do acelerometro. O aparelho virou sinal de status, bom para exibir para os amigos, mas também mostrou sua face inútil inapropriada para uso profissional. Mas, ao que parece quem compra um Iphone não quer um aparelho para uso pesado, quer apenas um aparelho para impressionar os amigos e fazer ligações. Por isso que, na minha opinião, o Iphone nada mais é que o StarTAC mais moderno do mundo.